Algumas igrejas estão proibindo cantar hinos que contenham essa palavra. O que você acha? Seria um absurdo ou realmente estaríamos invocando uma entidade com esse nome? Essa palavra não tem na Bíblia no original hebraico? Participe!
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Raimundo Aguiar,Teólogo, filósofo além de escritor
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Categoria:
Música
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18 respostas
Sexta, 11 de Março de 2011 15:30 | Compartilhe esse link:
Esta seria a manifestação da Gloria de Deus
Não existe na bíblia carnê da bênção
Que se você pagar tudo, pode pedir o que quiser
No entanto, é o que mais se prega...
Este é um tema polêmico. Até porque, a Shekinah, no hebraico, se não me engano, se estiver errado me corrijam, representa a manifestação divina aos homens.
Algumas igrejas podem não aceitar esta palavra em alguns hinos, tão somente pelo fato de não estar na Bíblia. Assim sendo, não estão errados. Também, opinião pessoal, se significar realmente e exclusivamente manifestação de Deus, não deve ter problemas.
Shekinah é uma palavra hebraica que significa habitar ou fazer morada. Fizeram uma certa confusão com essa palavra nas musicas dizendo que Shekinah significa gloria de Deus, sendo que no hebraico glória de Deus é kavód. Quando cantam por exemplo: “derrama tua shekina sobre nós“ na verdade estão cantando: “derrama sua habitação sobre nós“...isso não faz muito sentido. Isso porque infelizmente o analfabetismo biblico tem se consolidado assustadoramente nas igrejas a tal ponto em que qualquer coisa que um cantor ou “ministro“ ou “levita“ fale, as pessoas aceitam cegamente. Devemos dar mais valor as Escrituras!
Shekinah: A presença majestosa ou manifestação de Deus que desceu para “habitar“ entre os homens. GostoMemra(= “Palavra“, “logos“) e “Yeḳara“ ( ou seja , “Kabod“ = “glória“), o termo foi usado pelos rabinos em lugar de “Deus“, onde a manifestação antropomórfica da Bíblia não eram mais consideradas como adequado (veja Antropomorfismo). A própria palavra é tomada a partir de passagens como falar de habitação de Deus, quer no Tabernáculo ou no meio do povo de Israel
Creio que essa palavra esteja no escrito original em passagens bíblica escrita em hebraico.traduzida para o português com outras palavras indicando poder de Deus.
A palavra para gloria de Deus é KAVOD e HESED, o que tem é o verbo SHAKAN (habitar) acredito que vc esteja confundindo, mas não custa nada pesquisa mais um pouco com quem entende do hebraico, pode ser que eu esteja errado em minhas pesquisas tendo em vista que eu conheço muito pouco o hebraico
O vocábulo “shekinah“ não aparece na Bíblia, é uma transliteração da raiz hebraica “shkn“ = habitar. Este termo “shkn“ é muito usado pelos TARGUMITAS e RABIS e adotado pelos cristãos. Refere-se à glória visível de Deus habitando no meio do seu povo. Usa-se este vocábulo para designar a presença radiante de Deus, como vista na coluna de fogo, no Monte Sinai, no Propiciatório entre os querubins, no Tabernáculo, no Templo, etc. Embora a palavra “shekinah“ não apareça na Bíblia, há alusões à glória de Deus (“shekinah“).Costumo definir sinteticamente SHEKINAH como: “a glória de Deus manifesta“!
É ........hum........pergunta para alguém que ouviu uma musica com a palavra shekinah se ela foi amaldiçoada ou coisa semelhante... se não!! deixa o as palavras abençoarem o povo!!! (shekinah - manifestar do Espírito Divino)
Deparei-me com esta questão dias atrás e fiquei estarrecida. Fui confirmar nos originais através de alguns softwares e realmente não é um termo bíblico.
Mas ocorre que, antes de defender ou criticar, devemmos procurar onde a palavra é encontrada. Nas citações acima não aparece o real significado da palavra para a Cabala Judáica, termo onde ela tem valor. Então passei a pesquisar o nome associado a Cabala nos buscadores, e encontrei uma infinidade de referências, seria impossível colocar todas elas aqui, entretanto, o site abaixo contem a descrição mais bizarra do que pensávamos ser a manifestação da Glória do nosso Deus mencionado na Bíblia. Já antecipo que não quero rebater nem replicar a ninguém, (nem esbanjar conhecimento, até porque o assunto é novo pra mim também e qualquer um vai encontrar as mesmas referências que eu achei digitando no google “shekinah cabala“)apenas entrei aqui ao pesquisar sobre o assunto e senti-me compelida a participar porque vi que estão faltando informações que deixariam bem claro que shekinah não tem absolutamente nada a ver com o Deus Criador.
Na Cabala, Malkuth, a Shekinah, é o elemento feminino da Divindade, que recebia todos os poderes das demais Sephiroth, para transmiti-los ou dá-los ao mundo. É sumamente importante saber que o simbolismo cabalístico da Shekinah, principalmente delineado no Zohar, resgatou várias facetas perdidas das antigas divindades femininas, que podem ser agrupadas nos aspectos da castidade e promiscuidade, maternidade e sanguinolência. Assim eram as antigas deusas do Oriente Médio, deusas que regiam tanto o amor quanto a guerra. A mais antiga delas era Inanna, a grande deusa suméria, patrona de Uruk (cidade chamada na Bíblia de Erech). Ela era considerada uma virgem (a pura Inanna), mas, paradoxalmente, era também a deusa responsável pelo amor sexual, pela procriação e pela fertilidade. Ela se entregou livremente ao rei Dumuzi (Tammuz), o primeiro rei mitológico da Suméria, e foi amante de todos os demais reis. Mas ela era também “a senhora da batalha e do conflito“ que “tinha grande fúria em seu irado coração“. Estas mesmas características estavam presentes nas divindades femininas de outros povos, como a Ishtar da Akkadia, a Anath dos cananeus e a Anahita dos persas. Estas facetas da Deusa que moldaram o pensamento religioso do Oriente próximo durante milênios foram suprimidas pelo monoteísmo judaico-cristão com o seu deus descaradamente machista. Entretanto, elas ressurgem espantosamente na Shekinah dos cabalistas.
A Shekinah é a noiva e amante de Tiferet, numa relação que pode ser considerada incestuosa, pois ambos são o Filho e a Filha do Tetragammaton. O incesto entre deuses irmãos também sempre foi uma característica comum das antigas divindades. Mas ela também é amante de vários heróis bíblicos, e, em determinadas circunstâncias, de Satã e das Qliphot. Para a mentalidade do Velho Aeon, estes momentos eram desvios da norma divina. Para nós, bravos e livres thelemitas, representam aspectos da realidade e complexidade psíquica do homem tão válidos e necessários quanto os demais. Uma deusa age como quer, e o velho deus El diz, em um poema mítico ugarítico bastante thelêmico, que “não existe restrição entre deusas“.
Uma deusa age como quer, e o velho deus El diz, em um poema mítico ugarítico bastante thelêmico, que “não existe restrição entre deusas“.
Também a Shekinah, misteriosamente virgem e esposa do Rei ao mesmo tempo em que se prostitui com Satã e seus demônios, é mãe protetora dos homens e a comandante das hostes guerreiras e punitivas de Deus, que a colocou nessa posição após o Exílio dos judeus. Para nós, o importante é que Babalon possui também todas essas características.
Mas a Shekinah é Malkuth e o Sistema Thelêmico identificou Babalon com a sefirah de Binah. Devemos notar, entretanto, que a Cabala estabelece entre essas duas um identidade comum. Binah é o primeiro He do Tetragrammatom, e Malkuth o segundo. Assim, a Shekinah seria uma segunda manifestação de um mesmo princípio, que permitiria à Criação comungar com algo que está normalmente além do seu alcance. A Sacerdotisa, como Mulher Escarlate, cumpre este papel no ato sexual, permitindo ao seu parceiro experimentar algo do Mistério de Babalon.
Quanta bobagem, está escrito errado, o correto seria “Shekkinah“, e devemos nos lembrar dos homônimos... e também que satanás é copista de Deus, e a maioria das histórias criadas pelos bruxos atuais é para desacreditar o evangelho.
Segunda, 11 de Julho de 2011 12:53
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