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jeferson2010

Nível 6

Em uma oração, devemos pedir a qual Pessoa da Trindade? Pai, Filho, ou Espírito Santo?

Em uma oração, devemos pedir a qual Pessoa da Trindade? Pai, Filho, ou Espírito Santo?
Deixe sua opinião quanto a essa pergunta. Desde já agradeço aos que responderam!
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*Jéferson Porto*
Categoria: Igreja e religião  |  508 visualizações |  13 respostas  
Sábado, 08 de Janeiro de 2011 11:39  | Compartilhe esse link:

13 respostas para este tópico




chuvisco

Nível 5
tanto faz.

peçam menos agradeçam mais.
Quarta, 12 de Janeiro de 2011 03:09 


jeferson2010

Nível 6
Jesus disse: Tudo que pedires ao Pai crendo recebereis!
Quarta, 12 de Janeiro de 2011 13:14 
chuvisco respondeu:

ele é o pai.
Quarta, 12 de Janeiro de 2011 20:29 
jeferson2010 respondeu:

@ Chuvisco Ele é o Filho, se Ele fosse o Pai Deus não diria: Eis aí o meu filho amado. Jesus é aquele que desceu dos céus para dar vista aos cegos, libertar os cativos e oprimidos.

Então quando voce termina uma oração voce deve terminar assim: em nome do pai, do pai e do Espirito Santo, Leia mais biblia irmão antes de por conversas fiada.

Você pode sim dizer que Jesus é Deus, agora vim com essa historinha de que Jesus é o Pai, isso aí se chama, falta de Escola Bíblica Dominical.
Quinta, 13 de Janeiro de 2011 13:02 
chuvisco respondeu:

isso por que você é um legalista extremista. Sem conhecimento nem intimidade com o pai.
Sexta, 14 de Janeiro de 2011 18:25 
jeferson2010 respondeu:

Isso por que eu sou conhecedor da Palavra. Pergunte a qualquer pastor se Jesus é o pai e depois me diga a resposta dele.
Domingo, 16 de Janeiro de 2011 18:58 
chuvisco respondeu:

legalista extremista e excêntrico.
Segunda, 17 de Janeiro de 2011 18:51 


jeferson2010

Nível 6
@ chuvisco: até agora estou esperando você continuar afirmando que Jesus é o pai. Se voce viu que estava errado mesmo então nos conte sua libertação.
Terça, 25 de Janeiro de 2011 13:28 


eddypfernandes

Nível 7
Bem, segundo Jesus ensinou: Tudo o que pedirdes ao pai em meu nome...
respondido né?
Sexta, 01 de Julho de 2011 12:53 
santovivo respondeu:

Resposta perfeita. Devemos pedir ao Pai, em nome de Jesus. Isso foi ensinado por Jesus.
Quinta, 16 de Fevereiro de 2012 22:14 


tompson

Nível 5





Jeferson2010,


Jesus ensinou seus seguidores a orar ao “nosso Pai nos céus”. (Mateus 6:9) Portanto, as orações devem ser dirigidas apenas a Jeová. Contudo, ele requer que reconheçamos a posição de seu Filho unigênito, Jesus Cristo. Jesus foi enviado à Terra para servir de resgate com o fim de nos redimir do pecado e da morte. (João 3:16; Romanos 5:12) Ele é o designado Sumo Sacerdote e Juiz. (João 5:22; Hebreus 6:20) Assim, as Escrituras nos instruem a fazer orações por meio de Jesus. Ele mesmo disse: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” (João 14:6) Para que as orações sejam atendidas, temos de orar apenas a Jeová por meio de seu Filho.

É Jeová uma Trindade — três pessoas em um só Deus? Não! Jeová, o Pai, é “o único Deus verdadeiro”. (João 17:3; Marcos 12:29) Jesus é Seu Filho primogênito e está sujeito a Deus. (1 Coríntios 11:3) O Pai é maior do que o Filho. (João 14:28) O espírito santo não é pessoa; é a força ativa de Deus. Gênesis 1:2; Atos 2:18.

Jesus mostrou que ele era uma criatura à parte de Deus e que tinha um Deus acima de si, um Deus a quem adorava, um Deus a quem chamava de “Pai”. Em oração a Deus, isto é, o Pai, Jesus disse: “De ti, o único Deus verdadeiro.” (João 17:3) Em João 20:17 ele disse a Maria Madalena: “Subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus.” (Soares [So]) Em 2 Coríntios 1:3 o apóstolo Paulo confirma essa relação: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” Visto que Jesus tinha um Deus, seu Pai, ele não podia ao mesmo tempo ser esse Deus.

O apóstolo Paulo não tinha reservas quanto a falar de Jesus e de Deus como pessoas distintas uma da outra: “Para nós, contudo, existe um só Deus, o Pai . . . e um só Senhor, Jesus Cristo.” (1 Coríntios 8:6, BJ) O apóstolo mostra essa distinção ao usar a expressão “diante de Deus, de Cristo Jesus e dos anjos eleitos”. (1 Timóteo 5:21, BV) Assim como Paulo fala de Jesus e dos anjos como sendo distintos uns dos outros no céu, assim também o são Jesus e Deus.

As palavras de Jesus em João 8:17, 18 também são significativas. Ele diz: “Na vossa própria Lei está escrito: ‘O testemunho de dois homens é verdadeiro.’ Eu sou um que dá testemunho de mim mesmo, e o Pai que me enviou dá testemunho de mim.” Jesus mostra aqui que ele e o Pai, isto é, o Deus Todo-poderoso, têm de ser duas pessoas distintas, pois, senão, como haveria realmente duas testemunhas?

Jesus mostrou adicionalmente que ele era um ser à parte de Deus por dizer: “Por que me chamas bom? Ninguém é bom senão só Deus.” (Marcos 10:18, BJ) Assim, Jesus dizia que ninguém é tão bom como Deus, nem o próprio Jesus. Deus é bom dum modo que o distingue de Jesus.

Jesus fez declarações assim: “Não pode o Filho fazer nada por si mesmo se não vir o Pai fazê-lo.” (João 5:19, Missionários Capuchinhos [MC]) “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” (João 6:38) “O que eu ensino não é meu, mas pertence àquele que me enviou.” (João 7:16) Não é aquele que envia superior ao que é enviado?

Essa relação fica clara na ilustração de Jesus a respeito de um vinhedo. Ele assemelhou Deus, seu Pai, ao dono do vinhedo, que viajou para o exterior e arrendou o vinhedo a lavradores, que representavam o clero judaico. Quando o dono do vinhedo mais tarde enviou um escravo para obter alguns frutos do vinhedo, os lavradores espancaram o escravo e o despacharam de mãos vazias. Daí o dono enviou outro escravo, e depois um terceiro, ambos os quais receberam o mesmo tratamento. Por fim, o dono disse: “Enviarei o meu filho [Jesus], o amado. É provável que respeitem a este.” Mas, os lavradores corruptos disseram: “‘Este é o herdeiro; matemo-lo, para que a herança se torne nossa.’ Com isso lançaram-no fora do vinhedo e o mataram.” (Lucas 20:9-16) Jesus ilustrou assim a sua própria posição como alguém que fora enviado por Deus para fazer a vontade deste, assim como um pai envia um filho submisso.

Os seguidores de Jesus sempre o encararam como servo submisso de Deus, não como igual a Deus. Eles oraram a Deus a respeito de “teu santo servo Jesus, a quem ungiste . . . para se operarem curas, milagres e prodígios em nome do teu santo servo Jesus”.  Atos 4:23, 27, 30, MC.

Jesus, quando este saiu da água batismal, a voz de Deus do céu disse: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.” (Mateus 3:16, 17) Dizia Deus que ele mesmo era seu próprio filho, que ele aprovara a si mesmo, que enviara a si mesmo? Não, Deus, o Criador, dizia que, como superior, estava aprovando o inferior, seu Filho Jesus, para a obra à frente.

Jesus indicou que seu Pai é superior a ele ao dizer: “O espírito de Jeová está sobre mim, porque me ungiu para declarar boas novas aos pobres.” (Lucas 4:18) Ungir é o ato de conferir autoridade, ou uma incumbência, da parte de um superior a alguém que ainda não tenha tal autoridade. Aqui Deus é claramente o superior, pois ungiu a Jesus, dando-lhe autoridade que este não tinha antes.

Jesus deixou claro a superioridade de seu Pai quando a mãe de dois discípulos lhe pediu que seus filhos se sentassem, um à direita de Jesus, e outro à sua esquerda, quando este fosse empossado no Reino. Jesus respondeu: “Sentar à minha direita e à minha esquerda, não cabe a mim concedê-lo; mas é para aqueles aos quais meu Pai o preparou”, isto é, Deus. (Mateus 20:23, BJ) Se Jesus fosse o Deus Todo-poderoso, seria de sua alçada conceder tais posições. Mas, Jesus não as podia conceder, pois isso cabia a Deus, e Jesus não era Deus.

As próprias orações de Jesus constituem um poderoso exemplo de sua posição inferior. Pouco antes de morrer, Jesus mostrou quem era seu superior, por orar: “Pai, se tu quiseres, remove de mim este copo. Não obstante, ocorra, não a minha vontade, mas a tua.” (Lucas 22:42) A quem orava ele? A uma parte de si mesmo? Não, ele orava a alguém inteiramente separado, seu Pai, Deus, cuja vontade era superior e poderia ser diferente da sua própria, sendo Ele o Único capaz de ‘remover este copo’.

Daí, à beira da morte, Jesus clamou: “Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” (Marcos 15:34, BJ) A quem clamava Jesus? A si mesmo, ou a uma parte de si mesmo? Certamente, o brado “Deus meu”, não partia de alguém que considerava a si mesmo como sendo Deus. E, se Jesus fosse Deus, então, por quem teria sido ele abandonado? Por si próprio? Isto não faria sentido. Jesus disse também: “Pai, às tuas mãos confio o meu espírito.” (Lucas 23:46) Se Jesus fosse Deus, por que razão devia ele confiar seu espírito ao Pai?

Depois de morrer, Jesus ficou no túmulo por partes de três dias. Se ele fosse Deus, Habacuque 1:12 estaria errado ao dizer: “Ó meu Deus, meu Santo, tu não morres.” Mas a Bíblia diz que Jesus deveras morreu e ficou inconsciente no túmulo. E quem ressuscitou a Jesus? Se ele estivesse realmente morto, não poderia ressuscitar a si mesmo. Por outro lado, se não estivesse realmente morto, a sua pseudomorte não teria pago o preço de resgate pelo pecado de Adão. Mas, ele deveras pagou esse preço plenamente, por meio de sua morte real. Portanto, ‘Deus ressuscitou [a Jesus] por afrouxar as ânsias da morte’. (Atos 2:24) O superior, o Deus Todo-poderoso, levantou o menor, seu servo Jesus, da morte.

Jesus declarou: “Quanto ao dia e à hora, ninguém sabe, nem os anjos do céu nem o Filho mas somente o Pai.” (Marcos 13:32, BV) Tivesse Jesus sido a parte igual do Filho numa Divindade, teria sabido o que o Pai sabia. Mas Jesus não sabia, pois não era igual a Deus.

Similarmente, em Hebreus 5:8 lemos que Jesus “aprendeu a obediência pelas coisas que sofreu”. Podemos imaginar Deus precisar aprender algo? Não, mas Jesus precisava, pois ele não sabia tudo o que Deus sabia. E ele tinha de aprender algo que Deus jamais precisaria aprender — a obediência. Deus jamais precisa obedecer a alguém.

Uma diferença entre o que Deus sabe e o que Cristo sabe também existia quando Jesus foi ressuscitado para o céu a fim de estar com Deus. Note as primeiras palavras no último livro da Bíblia: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu.” (Revelação [Apocalipse] 1:1, MC) Se o próprio Jesus fosse parte duma Divindade, teria sido necessário dar-lhe uma revelação oriunda de outra parte da Divindade — Deus? Por certo ele teria sabido tudo a respeito dessa revelação, pois Deus sabia. Mas Jesus não sabia, pois não era Deus.

Jesus estava subordinado a Deus. Após a sua ressurreição, ele continuou a estar numa posição subordinada, secundária.

Falando sobre a ressurreição de Jesus, Pedro e aqueles que o acompanhavam disseram ao Sinédrio judaico: “Deus enalteceu a este [Jesus] . . . para a sua direita.” (Atos 5:31) Paulo disse: “Deus o enalteceu a uma posição superior.” (Filipenses 2:9) Se Jesus tivesse sido Deus, como poderia Jesus ter sido enaltecido, isto é, erguido a uma posição superior a que ele tinha antes? Ele já teria sido uma parte enaltecida da Trindade. Se, antes de seu enaltecimento, Jesus já tivesse sido igual a Deus, enaltecê-lo ainda mais o teria feito superior a Deus.

Paulo disse também que Cristo entrou “no próprio céu, a fim de comparecer, agora, diante da face de Deus a nosso favor”. (Hebreus 9:24, BJ) Se você comparecesse à presença de outra pessoa, como poderia você ser aquela mesma pessoa? Não poderia ser. Você teria de ser uma pessoa diferente e à parte.
Similarmente, pouco antes de ser morto por apedrejamento, o mártir Estêvão “fitou os olhos no céu e avistou a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus”. (Atos 7:55) Claramente, ele viu duas pessoas distintas — mas nenhum espírito santo, nenhuma Divindade trina.

No relato de Revelação 4:8 a 5:7, mostra-se Deus sentado no seu trono celestial, mas Jesus não. Este tem de se aproximar de Deus a fim de apanhar o rolo da Sua mão direita. Isto mostra que no céu Jesus não é Deus, mas é distinto dele.








Segunda, 30 de Abril de 2012 20:00 


evertonchemp

Nível 7
Nossa oraçao de ser feita ao Pai, no Nome de Jesus e com o auxilio do Espirito Santo. Graça e Paz a todos!!!!!!
Segunda, 30 de Abril de 2012 23:16 


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