Quanto mais pessoas falam em línguas estranhas simultâneamente, o culto se torna melhor?
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Quinta, 26 de Maio de 2011 |
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Categoria: Doutrinárias | Enviado por: teologo Compartilhe esse link:
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Ao término do culto então, não eram poucos comentários, e seguia esta ordem, muita pessoas falando em línguas, um verdadeiro pentecoste, enquanto que a não ocorrência fazia com que o culto fosse chamado de uma geladeira. Afinal, pode um culto ser um pentecoste e outro ser uma geladeira? Não pensando em responder este questionamento tendo em vista o pouco conhecimento bíblico que este homem possuía, e porque não dizer, quase nenhum para questionar ou argumentar, ele sequer permitia que a dúvida fizesse parte de seu pensar. E quando esta que é tida por muitos como aquele que as tem como falta de fé, um grande pensador entende ser o primeiro degrau do saber, o que infelizmente não pode ser observado neste pobre homem. E por assim ser, aceitava tudo sem questionar, até porque lhe disseram que aquele duvidasse ou tocasse no ungido do senhor se tornaria tal como Miriam, personagem bíblica quando falou de Moisés, o ungido de Deus e se tornou leprosa. E, não lhe restando muita opção, pensava que era melhor deixar com Deus e pronto. Em sua igreja quando havia estudos bíblicos nos cultos chamados cultos de doutrina, o foco era interessante: roupa, cabelo, brinco, bebida, pecado dos membros, e nunca o pecado do ungido que o “ensinava” em todos os cultos. Fato é que durante longos anos em que ele atentamente somente a ouvir e aceitar, não examinando a Palavra para que pudesse ter o seu próprio olhar sobre o texto se torna como um barco a deriva por não entender que é o Espírito Santo que revela a todos os salvos, e não somente aos pastores, mesmo que estes sejam de certa forma como o foi Moisés de receber a revelação de Deus pela Palavra. A saber, Deus escreveu e deu a Lei a Moisés para que ele ensinasse ao povo, o que se conclui que Deus gosta de escrever, tanto que as cartas enviadas às igrejas da Ásia no livro de Apocalipse Ele não escrevendo fez questão de ditar para o João escrevesse. Interessante que naquele momento os ungidos estavam agindo fora da Palavra de Deus. E não fosse Filadélfia uma igreja que se achou em melhor condição seria cem por cento de reprovação ministerial aos chamados pastores. Estas cartas escritas pelo apóstolo João deixou evidente que vários crentes não haviam manchado as suas vestes mesmo com seus lideres estando fora da direção de Deus o que implica dizer que eles são passíveis de erros assim como nós ovelhas. E porque não dizer muito mais que nós, pois a quem muito é dado muito é cobrado. Sem o propósito de continuar sobre as cartas, pois não é este o objetivo, percebeu-se que este dito irmão, chamado por nós de homem, começou a examinar vários textos com os quais seus líderes haviam ensinado como verdades. Seria por dúvida? Se por duvida ou não o nosso personagem começou a examinar um texto sobre o falar em línguas na igreja. Pensou ele: A Bíblia está errada, ou tem sido forçada a dizer aquilo que ela não quer dizer somente para satisfazer os desejos desta liderança que Deus certamente os julgará naquele grande dia do juízo final? Sem obter resposta porque não ser este o nosso objetivo cabe a dúvida e o questionamento, faça-os como quiser. OS CULTOS DE DOUTRINA Um dia, terça feira, no culto de doutrina, desta feita este homem já tendo examinado a Palavra mesmo que superficialmente, ouviu uma pregação cujo tema era, cabelo. Cabelo? Pode o leitor se surpreender mais foi a mais pura verdade. Só se falava em cabelo. Desde o nascer até o morrer, digo o cabelo, pois cortá-lo era passível de exclusão, tanto que no auge da pregação se podia ouvir que as irmãs estivessem cortando os cabelos iriam para o inferno. E interessante que muitas das irmãs que se achavam certas porque não cortavam seus cabelos falava em línguas estranhas, o que dava ao pregador maior ênfase para continuar a doutrina. No outro culto o tema da mensagem mudou. Não estava mais voltado a mulher mais aos homens, e o tema era bermuda. Bermuda? Sim, bermuda. E da mesma forma que no culto anterior o ápice da pregação era que, quem usasse bermuda em público seria excluído. Em fim, tantas coisas que este homem ouviu como verdades inquestionáveis, pois vinha do ungido de Deus, homem o qual não se podia tocar e muito menos duvidar. Saiba que só em pensar de ser chamado para ir ao gabinete pastoral para conversar se tremia todo. Não era a unção de Deus sobre a sua vida momentos antes de falar em línguas, era medo mesmo. Ao que nos compete dizer: como pode, Jesus como pastor, os homens simples gostavam de andar com ele, se ajuntavam em grandes multidões para ouvi-lo. Por outro lado, em seu discurso Jesus falava sobre o cotidiano onde estava presente palavras que estavam familiarizados, tais como pastor, figueira, semeador etc. Jesus ao ser por seu inimigo convidado para almoçar não negava a presença estando assim no meio deles comendo e bebendo. Tanto que foi chamado de comilão e beberrão. Neste episódio não esbravejou como fazem alguns lideres, mas com sabedoria respondeu para surpresa de todos, que João havia vindo não comendo e nem bebendo com eles e, no entanto foi tido como um endemoninhado. Ou seja, é o mesmo que ele dissesse: vocês não estão satisfeitos com nada. Um dia, ao ler uma das cartas de Paulo aos coríntios este irmão ficou cheio de dúvidas, pois o texto falava sobre línguas estranhas. E, partindo do pressuposto de que a dúvida é o primeiro degrau do saber, agora sem medo por estar examinando a Palavra de Deus, a bíblia e ter visto que nela o próprio Deus que ser homem, pensou então: porque muitos homens querem ser Deus? E com esta duvida ele quase sobe o primeiro degrau do saber, mas duvidou tanto que seus pés voltaram ao chão e se lembrou que os pregadores que ele conhecia em sua igreja nunca abordavam o tema, línguas estranhas, embora houvesse sempre a manifestação nos cultos de doutrina, público, e de oração onde todos falavam ao mesmo tempo. E ficou a pensar, e pensar e participar até que em um destes cultos ele foi “batizado com Espírito Santo” e falou em línguas juntamente com todos, pois quanto mais gente falando em línguas, o culto era pentecostal. Para ele quando todos falaram em línguas a igreja estava sendo edificada, mas quando ameaçou levantar o pé e subir o degrau levou um susto quando leu que tudo estava contrário, pois o texto dizia claramente que em se tratando de falar em línguas na igreja devia se falar quando muito, três pessoas e quando não houvesse quem interpretasse que era para ficar calado, ou que falasse somente com Deus. E agora, subo ou não subo? Sua mente borbulhou e pensou: caso não ocorra línguas com muitos irmãos falando o culto não se tornará uma geladeira? Não é melhor um culto pentecostal? Mas o texto parecia insistir em lhe dizer que não precisava falar alto para os outros ouvirem, porque não saberiam mesmo o que ele estava falando. E foi mais além. Nem ele que estava falando em línguas sabia o que falava tudo era mistério. Então a dúvida se tornou freqüente em sua vida. E começou a fazer várias perguntas a quem ele tinha por sabedor, mas infelizmente poucos da igreja sabiam lhe responder a luz da bíblia. Pensam que parou? Não! Continuou a examinar a bíblia com mais afinco que antes para que obtivesse respostas. Em toda leitura que fazia e em tudo o que ouvia dizer por quem quer que fosse, dava uma pausa e questionava. Chegou a duvidar se um objeto cai ou é atraído pela força gravitacional que atrai todos os corpos para o seu centro pelo simples fato de ter ouvido que a bíblia do pastor havia caído do púlpito. Agora não eram poucas as duvidas que lhes sobrevinha a mente. Mente que era engessado pela pregação que falava sobre roupa, brinco, etc. Afinal, o que Deus queria e quer descobriu ele, é que pronunciemos aos homens palavras inteligíveis para que venham a ter o conhecimento da salvação por Cristo Jesus nosso Senhor. O pastor agora era seu alvo. E ao final de um dos cultos mais avivados que ele participou ao fazer perguntas sobre o falar em línguas o pastor parecia sem respostas diante de tanta dúvida e indagação que parecia não ter fim. Para este homem era como se ele estivesse se convertendo a partir do momento que a dúvida passou a fazer parte de sua existência após muitos anos de crente onde obedecer cegamente era sempre proposto. E não demorou até que num dialogo acalorado sobre o tema ele disse se referindo ao culto chamado pentecostal. A carta de Paulo aos coríntios não é clara a respeito de línguas na igreja? E quem escreveu não foi Paulo que falava em mais língua que todos e mesmo assim foi aos corintos com palavras inteligíveis? Porque eu iria falar as pessoas em língua estranha quando estou pregando? Há sentido nisto? Alguém será edificado? Porque então, perguntou ele ao pastor, todos os pregadores que aqui vem quando estão pregando, não são poucos os momentos em que falam em línguas estranhas? Será que eles não lêem a Bíblia? Pastor me desculpe, mas me dá a impressão que o pregador quer induzir a igreja a glorificar e falar em línguas, pois só assim o culto se torna pentecostal, não é? E o pastor mais uma vez, sem palavras e esboçou um eh! meio sem graça. Este homem não parou de examinar e descobriu que o grego falado nesta época era o “koiné”, e, portanto era o mais fácil de ser compreendido porque era uma linguagem popular, diferente da linguagem rebuscada dos gramáticos hoje em dia as quais eles mesmos se contradizem chegando ao ponto de, em um vestibular numa questão elaborada de interpretação de texto, os responsáveis pela confecção da prova convidaram o próprio autor para saber o que ele queria dizer sobre seu próprio texto e acreditem, ele errou, pode! Pastor não seria o mesmo que perguntar ao pregador o que ele queria dizer quando falou em línguas no meio da mensagem? Ordem no cultoE este homem não se cansou e continuou mesmo não percebendo o total desinteresse do seu pastor. E em mais um dia de dúvida ele pergunta: Aos olhos de um leigo ICo14:1-40 não fica patente que Deus fez questão de se revelar com a maior clareza possível para que houvesse ordem no culto e conseqüentemente para que ao entrar um não crente não achasse que os que ali estavam seriam loucos por estar falando em uma língua que nem eles mesmos entendiam? O pastor titubeou de nem disse que sim nem não e deu uma carta de transferência para este homem que é bacharel em teologia, tecnólogo em gestão ambiental, administrador e vice-presidente da AD em Ipiiba tendo ensinado na EBD que o crente que não lê a bíblia é alvo fácil. E se você tem um irmão assim em sua igreja glorifique a Deus por isto, pois ele foi um enviado para te ajudar a não cair não mesmice daquela pregação em que se repete aquilo que ouviram como verdade absoluta. Como explicar o episódio de Atos em que todos os presentes entenderam a língua estranha?Este homem agora com oração e dedicação começou a ler o texto Atos escrito por Lucas, médico, que em seu segundo tratado a Teófilo, nome em que muitos pensam ser um importante homem, mas que outros descrevem como duas palavras gregas onde teos, Deus, e filo, amigo, quer se referir a todos os amigos de Deus. Ainda bem que não deu tempo de perguntar isto ao seu antigo pastor, mas foi pesquisar em livros, dicionários, e artigos sobre o tema e encontrou com tamanha clareza citado pelo médico Lucas que não teve dúvidas com relação ao batismo com Espírito Santo. Lucas de forma minuciosa descreveu que todos os crentes que estavam reunidos no cenáculo foram batizados. Isto porque acreditaram na promessa, ficando reunidos em oração, e na comunhão e no partir do pão cumprindo assim a ordem de Jesus que disse para que não se ausentassem de Jerusalém. E este homem ressaltou que quando se crê, obedece, e se está em comunhão, Jesus cumpre a sua promessa. E não foi diferente, pois todos foram cheios. Aleluia, você pode ser cheio também. Todos entenderam os Galilues?Para este homem que agora tudo questiona o que houve no pentecoste foi algo sobre-natural, pois todos falavam ao mesmo tempo e em língua estranha. Mas não línguas que ninguém entendia, e sim língua idiomática, glossolalia. Se era idiomática, era estranha? Para os galileus sim. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando? Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos? At 2:7-8 Em suas pesquisas este homem descobriu que o idioma falado pelos Galileus era o aramaico. Mas como pode ter sido entendido se naquele dia estavam ali reunidas todas as nações da terra. E ainda descobriu que os Galileus falavam juntos a língua que para eles era estranha. E era tanta confusão que alguém chegou a dizer que eles estavam bêbados ou cheios de mostos como algumas versões. Não havia quem interpretasse, descobriu este homem. Todos falavam ao mesmo tempo. O que houve de sobrenatural foi que o Espírito Santo se encarregou de fazer a tradução simultânea. Este homem pensou que assim como hoje é possível um brasileiro participar de uma conferência internacional e ser por todos entendido devido a tecnologia de tradução simultânea não importando o idioma, isto ocorreu quando nem ainda havia computador. E mesmo assim não impediu que todos entendessem mesmo em meio a tanta confusão. Por isto todos se maravilharam ao compreender o que era falado por aqueles galileus pregaram não sobre roupa ou brinco ou bermuda mas sobre a autêntica mensagem do evangelho que salva a humanidade. Este homem agora não está a mercê da pregação do seu pastor, mas com dois olhares. Ele não tem medo de estar tocando no ungido do senhor porque estuda e prega a palavra na íntegra. Ele está, sobretudo mais que nunca com objetivo de aprimorar seu entendimento na Palavra de Deus. Por isto ele não quer que você fique como ele era antes. Tenha dúvida, questione e não se satisfaça com uma primeira resposta. Para ele pode-se deixar aqui pelo menos até a primeira dúvida que por mais que todos na igreja estejam falando em línguas, ao entrar um não crente e for chegado a sua hora de receber a mensagem do evangelho, o Espírito Santo se encarregará de traduzir assim como fez em PENTECOSTE, podendo haver muitos ao mesmo tempo falando em línguas. Isto não aconteceu uma vez? porque não duas, três ou tantas quantas Deus quiser? Este homem reitera que no dia de pentecoste alguém disse: eles estão bêbados. Mas isto não impediu que o povo ali presente deixasse de entender o que o Espírito Santo falava, pois sua tradução simultânea era precisa, e o som lhes ecoava aos ouvidos mesmo sem microfone fez um efeito que repercutiu até os dias de hoje. Este homem pensou, porque hoje não poderia ocorrer o mesmo quando todos os crentes naquele culto chamado pentecostal estivessem falando em língua juntos e um não crente pudesse entender tudo que estava sendo falado? Como limitar o poder de Deus? Pensou ele. Se for à vontade de Deus mesmo que não se saiba falar a língua japonesa mas se houver um japonês que precise ouvir os mistérios de Deus mesmo que seja por um crente mais simples, Deus o usará no idioma. Afinal foi Ele que fez a confusão das línguas na torre de babel, não foi? Por isto conhece todos os idiomas da terra. Então podemos orar em línguas, ou não, que ele sabe e responde. E como somos igreja, a edificação não é para igreja? Concluindo este homem diz que assim como o Espírito Santo usou os GALILEUS naquele evento memorável em atos dos apóstolos, pode e quer nos usar hoje bastando para isto estarmos como a igreja primitiva crendo na promessa e unidos na comunhão, na oração e no partir do pão. Pois agindo assim, não haverá confusão que não seja desfeita. Pois o mesmo que confundiu a língua para espalhar o povo na face da terra reuniu-os na confusão das línguas para revelar seus mistérios para que todo o homem de toda a nação soubesse que a salvação é somente em Cristo Jesus nosso Senhor que não é Deus de confusão.
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